A ecocardiografia de rotina compreende 3 modalidades: Modo M (movimento), Modo B (bidimensional) e Doppler (pulsátil, contínuo e colorido).
¢ Modo M: Avaliar a movimentação das valvas e paredes cardíacas para obtenção de medidas das câmaras e grandes vasos da base do coração.
¢ Modo B: É o estudo do órgão em duas dimensões, analisa o órgão como um todo e nas relações que as estruturas cardíacas mantêm umas com as outras. Oferece uma visão anatômica do coração e permite um estudo acurado da morfologia cardíaca, sendo de extrema utilidade quando se trata de anomalias congênitas, pois nesses casos pode haver uma infinidade de alterações morfológicas e de conexão das estruturas cardíacas. Também é útil na diferenciação entre trombos e massas intracardíacas e na análise de regiões de difícil acesso, como a região apical do coração.
¢ Doppler: Compreende a análise do fluxo sanguíneo através das valvas e dos vasos. O Doppler é sempre complementar ao ecocardiograma e ao realizá-lo já deve haver um diagnóstico ou uma suspeita estabelecida e o conhecimento da repercussão hemodinâmica da doença envolvida: a análise dos fluxos servirá apenas para quantificar informações previamente colhidas pelo ecocardiograma modo B e modo M.
O ecocardiograma consiste no estudo das diversas estruturas cardíacas através de feixes de ultrassom, sendo um exame extremamente amplo, pois fornece uma série de dados tanto nos corações sadios como naqueles portadores de cardiopatias congênitas ou adquiridas.
Este exame é escolhido sempre que se deseja obter informações acerca da anatomia, morfologia, fisiologia e hemodinâmica do órgão normal ou alterado.
Laborcare Centro de Apoio Diagnóstico Veterinário, 2011